Encontrá-lo aí mesmo, como se pendurado no vazio. Desenredá-lo levemente e puxar, procurando aquele ponto de tensão sem, no entanto, o encontrar. Puxar mais e mais, fervorosamente. Daí a nada mais parece que é o fio que te puxa a ti. E puxa, horrorizando-te, enquanto imaginas que costura do teu mundo agora se descose.