quinta-feira, 14 de maio de 2015
Inaugurações em Miguel Bombarda -21 de Março de 2015. Nas fotos artistas e Presidente da Câmara do Porto Rui Moreira, numa visita à Galeria Metamorfose. Galeria Pentágono - Exposição de Agostinho Santos - Raizes da Insubmissão. Nas fotos: Artistas Isabel de Andrade, Maria da Paz Menezes, Agostinho Santos, Graça Martins, poeta Helga Moreira e ex-deputada Ilda Figueiredo e Cláudia Rocha. Depois, na Galeria Símbolo -exposição de Carla Gonçalves. Nas fotos Graça Martins com Carla Gonçalves e depois Candida Moreira e o Filho, Helga Moreira, Paula Abrunhosa. Galeria Metamorfose - Exposição - No Feminino - Artistas Cristina Troufa, Mariana De Castro e Graça Martins.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Palavras de Graça Martins a propósito da pintura de Maria da Paz Menezes " O PORTO visto por uma arquitecta que conseguiu captar o lado romântico desta cidade granítica e envolta em neblina! Trabalhos belíssimos. Embora eu seja figurativa, aprecio bastante a pintura abstracta e expressionista, quando ela comunica algo de "noir". Um lirismo trágico, como na poesia." .
segunda-feira, 13 de abril de 2015
quinta-feira, 9 de abril de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
No Feminino - Galeria Metamorfose, na rua Miguel Bombarda - No próximo Sábado há inaugurações simultâneas. A Galeria Metamorfose apresenta a exposição colectiva "No feminino", que reúne obras de mulheres artistas figurativas e de várias gerações. A não perder! — com Silvia Marieta, Mariana de Castro, Graça Martins, Cristina Troufa, Teresa Carneiro e Dora Martins.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
JORNAL EL PAIS - Lugares de CULTO no Porto.
http://smoda.elpais.com/articulos/oporto-guia-de-diseno-vanguardista/5810
Referência à Exposição de 10 Registos na Figuração Contemporânea - Fundação Escultor José Rodrigues - Curadoria de Graça Martins. Patente até 21 de Março. A NÃO PERDER.
Referência à Exposição de 10 Registos na Figuração Contemporânea - Fundação Escultor José Rodrigues - Curadoria de Graça Martins. Patente até 21 de Março. A NÃO PERDER.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
sábado, 13 de dezembro de 2014
Entrevista a Eduarda Chiote no blogue Camel &Coca-cola
http://camelecocacola.blogspot.pt/2014/12/a-escrita-como-ignorancia-inquieta.HTML
"Quando eu digo que devo tudo à escrita dos outros, digo que nasci com graça de atenção. De estar atenta às perguntas dos outros e que os outros me transmitem. É uma graça! Podia ter nascido com outra, mas é esta que tenho. E portanto não é só aquela expressão gráfica que eu posso ler nos livros, é aquilo que eles me transmitem, na maneira de ser, nos comportamentos, nas atitu...des, etc. Não quero ser redutora ao ler os livros dos outros. Porque os livros dos outros são meus, não é? A partir do momento em que a pessoa os publica, deixaram de ser dela, são dos outros... No fundo, o que eu quero dizer é: estar atenta ao outro, estar atenta ao universo do outro, é estar atenta à maneira como ele se inscreve em mim. Depois a partir daí, eu vou elaborando todo um conjunto de pensamentos, de reflexões, de sensações que me servem para eu chegar a determinadas conclusões. E vocês perguntam-me pelo patamar da escrita, onde as coisas ficam registadas – que não é só literária, é científica, é psicológica, é emocional, tem muitas vertentes. Nesse aspecto, eu fico é atenta às sobreposições da escrita..."
Entrevista conduzida por João Cunha Borges
Fotografias: Rui Fernandes e Patrícia Almeida
"Quando eu digo que devo tudo à escrita dos outros, digo que nasci com graça de atenção. De estar atenta às perguntas dos outros e que os outros me transmitem. É uma graça! Podia ter nascido com outra, mas é esta que tenho. E portanto não é só aquela expressão gráfica que eu posso ler nos livros, é aquilo que eles me transmitem, na maneira de ser, nos comportamentos, nas atitu...des, etc. Não quero ser redutora ao ler os livros dos outros. Porque os livros dos outros são meus, não é? A partir do momento em que a pessoa os publica, deixaram de ser dela, são dos outros... No fundo, o que eu quero dizer é: estar atenta ao outro, estar atenta ao universo do outro, é estar atenta à maneira como ele se inscreve em mim. Depois a partir daí, eu vou elaborando todo um conjunto de pensamentos, de reflexões, de sensações que me servem para eu chegar a determinadas conclusões. E vocês perguntam-me pelo patamar da escrita, onde as coisas ficam registadas – que não é só literária, é científica, é psicológica, é emocional, tem muitas vertentes. Nesse aspecto, eu fico é atenta às sobreposições da escrita..."
Entrevista conduzida por João Cunha Borges
Fotografias: Rui Fernandes e Patrícia Almeida
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